terça-feira, 10 de janeiro de 2023
365 Músicas #11 - "Return of The Mack", do Mark Morrison
segunda-feira, 9 de janeiro de 2023
365 Músicas #10 - "Back To Life (However Do You Want Me)", do Soul II Soul
365 Músicas #09 - "Unholy Confessions", do Avenged Sevenfold
sábado, 7 de janeiro de 2023
365 Musicas #08 - "Wish Me Luck", do Wallows
Artista: Wallows
Gênero: Indie, Shoegaze
Duração: 03:23
Sim, estou comentando sobre essa banda novamente. Sim, foi sequencialmente e parece que estou sendo um fanboy dos caras; mas tem algo nessa musica que não sai da minha cabeça e eu não sabia o motivo.
Para começar, ela é uma regravação que eles fizeram para o Amazon Music como uma forma de movimentar a plataforma de streaming, então sim, eu já tinha escutado antes no EP deles; mas essa versão, mais uma vez, me pegou e não sabia o motivo.
Não sabia até vê-la em uma playlist de mix de um estilo de musica que muita gente não curte muito, que é: o shoegaze. E essa regravação é o puro creme do shoegaze que já escutei em todos os tempos.
Para quem não conhece, o shoegaze se trata de uma variação do pop psicodélico, garage rock e um pouco de rock alternativo. Muito da sonoridade, dão um aspecto de fluidez entre as cordas da guitarra e o vocalista, que remetem um pouco do ar de sonho (por isso que, as vezes, o shoegaze também é relacionado com o dreampop). Uma banda que é muito conhecida por ser um precursor do shoegaze é o My Bloody Valentine - que fica como uma recomendação, alias.
Esse single entrega o que pode ser representado no shoegaze: guitarras fluidas, a parte lírica da música se fundindo com o instrumental e a bateria, presente em segredo, marcando o tempo necessário. E eu amo essa forma que a música toca.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2023
365 Musicas #07 - "I'm Full", do Wallows
Álbum: Nothing Happens
Artista: Wallows
Gênero: Indie pop rock
Duração: 38:47 (11 faixas)
Faixa favorita: #10 - I'm Full
Muita gente pode falar que Wallows é bandinha adolescente, mas os caras têm um potencial enorme. Simplesmente pelo fato de serem uma espécie de punk-rock com aspecto de "pôr-do-sol em um verão na praia".
"I'm Full" é uma música que é assim, tal qual TODAS do álbum Nothing Happens. Eu adoro a ideia de que sempre rola um monte de coisas, que achamos que vai nos marcar para sempre e, no fim, não acontece nada e tudo se reinicia em um perfeito ciclo.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2023
365 Musicas #06 - "Pictureboard", por Linkin Park
Para mim, é uma sensação muito agridoce, pensar que a última inédita da banda é uma das primeiras músicas que ficou de fora dos primeiros CDs. E junto dessa sensação, vem (o que vai ser eterno) o arrependimento de não ter ido no último show do Linkin Park no Brasil. Mesmo que, de princípio, "One More Light" seja todo fora da curva das primeiras músicas da banda, eram músicas inéditas dos caras e, agora, com o fato de não termos mais o Chester, meio que restou só as demos da edição de 20 anos do Hybrid Theory - junto dela, "Pictureboard".
Linkin Park é, com toda a certeza, a minha banda favorita de todos os tempos e, não importa quanto tempos eu tenha de sobra, eu nunca conseguirei "Pictureboard" inteira, antes de repeti-la umas 5 vezes, sem sentir a sensação de feliz-e-triste: feliz por ter uma música inédita e triste por ser a última.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2023
365 Musicas #05 - "My Universe", por Coldplay e BTS
Album: Music of the Spheres
Artista: Coldplay
Genero: Pop Rock
Duração: 41:53 (11 faixas)
Para aqueles que não sabem, além de fazer as coisas para a PWStudios, eu sigo (por enquanto) a vida comum de um jovem CLT. Com isso definido, é muito comum passar algumas horas na rua, dentro de um ônibus, vendo o tempo passar pela janela. Como gosto de Coldplay, "My Universe" acabou aparecendo no meu feed do Spotify para escutar. Para se ter uma ideia, eu não tinha ciência de que já havia sido lançado o (até então) novo CD dos caras e, confesso, foi bem surpreendente ver os caras com uma música com o BTS.
Quando "My Universe" apareceu pra mim, lembro com tranquilidade, que escutei ela por uma hora em looping; vendo o sol nascer na pista, indo pra fábrica onde trabalho. E foi uma vibe tão diferente que me marcou demais. Foi tão marcante que apareceu em uma posição considerável na minha playlist de "Mais Tocadas de 2022". Por conta disso, merece uma posição honrosa na nossa playlist de 365 músicas.
terça-feira, 3 de janeiro de 2023
365 Musicas #04 - "The Color Violet", por Tory Lanez
Artista: Tory Lanez
Gênero: Synth-pop
Duração: 35:50 (11 faixas)
Confesso que foi uma mistura de sentimentos, colocar esse artista aqui na lista; mas no caso desse álbum, é uma boa indicar. Essa é uma daquelas joias escondidas que o YouTube recomenda, sem mais nem menos, para aparecer no seu feed. E eu tenho o costume de sempre ver os clipes que aparecem várias vezes, só para "expandir" o meu repertório.
E foi assim com "The Color Violet", da mesma forma do álbum inteiro "Alone at Prom" do Tory Lanez. E que CD é esse, sério. A ideia é que ele serve como uma homenagem para as músicas do anos 80, no gênero R&B, na mesma linha do "Thriller" do Michael Jackson. Para se ter uma ideia, esse CD foi lançado só como uma brincadeira, já que o verdadeiro trabalho do Tory Lanez daquele ano, já tinha sido lançado - o PLAYBOY em Março de 2021 e o PLAYBOY LIVE em Maio de 2021. O doido é que "Alone at Prom" fez isso ANTES do "Dawn FM", do The Weeknd, e foi COMPLETAMENTE ignorado pela mídia especialista. Mas não aqui.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2023
365 Musicas #03 - "NEW MAGIC WAND", por Tyler, The Creator
Artista: Tyler, The Creator
Gênero: Hip hop, R&B
Duração: 39:43 (12 faixas)
Musica recomendada: #06 - NEW MAGIC WAND
New Magic Wand é um absurdo sonoro para mim. A primeira vez que escutei, me fez mudar de ideia sobre as musicas do Tyler, The Creator; tanto que IGOR é o meu álbum favorito dele. Toda a produção, o visual, a historia que foi criada para o álbum; tudo foi condensado através dos primeiros segundos da música. New Magic Wand, em especifico, mostra o ápice da loucura que o personagem IGOR vive por conta de uma paixão não correspondida. De inicio, se você pega do meio do caminho, realmente é algo maluco de se curtir, mas a ideia de IGOR é que ele seja um álbum para se escutar do inicio ao fim, sem pausas, sem interrupções, do começo ao fim. Mas, se eu fosse obrigado a SOMENTE indicar uma musica deste album, New Magic Wand é a escolhida.
domingo, 1 de janeiro de 2023
365 Musicas #02 - "Out of Time" por The Weeknd
Álbum: Dawn Fm
Artista: The Weeknd (provavel que ele vá aparecer bastante por aqui)
Gênero: Dance-pop com nuances de synth
Duração: 51:49 (com 16 músicas)
Musica recomendada: #07 - Out of Time
Eu tenho uma experiência particular com essa musica. Para divulgar o álbum, The Weeknd fez uma parceria com a Amazon Music e, antes do lançamento do CD, foi lançada uma "listening party" pela Twitch, para os fãs escutarem primeiro o lançamento. Quando essa musica tocou as suas primeiras notas, no chat da Twitch, eu acabei sendo o primeiro e único a reconhecer a origem do sample - se trata de uma musica pop japonesa dos anos 80, "Midnight Pretenders". E, de verdade, o momento catártico de reconhecer o sample para absorver a letra da musica, foi algo que me fez girar a chave da minha mente. Out of Time é uma musica de aceitar que é tarde demais de se fazer algo, de tentar reverter algo que já acabou e é isso ai... não tem o que fazer. No fim, tudo o que restava era escutar a melodia da musica e tentar seguir em frente.
Não é por nada, mas Out of Time se tornou a musica que eu mais escutei em 2022, fazendo The Weeknd se tornar o artista que mais escutei no ano de 2022.
sábado, 31 de dezembro de 2022
365 Musicas #01 - "Walkin" por Denzel Curry
Quando estava no tempo da escola, eu tinha uma pequena mania de compartilhar umas musicas que, as vezes, somente eu conhecia. Então, como uma forma de retornar os conteúdos aqui no blog, irei retornar a fazer esses compartilhamentos de musicas... uma vez por dia.
Álbum: Melt My Eyez See Your Future
Artista: Denzel Curry
Gênero: Hip-hop
Duração: 45:10 (14 faixas)
Musica recomendada: #02 - Walkin
Para uma primeira musica a ser recomendada, Walkin é uma musica já vista. É uma musica que ficou na minha mente, em looping, da mesma forma que o clipe ficou na minha mente. A musica, ela passa a vibe de ser parte de uma trilha sonora de um filme do Tarantino, tal qual o clipe faz isso. A ideia de "Melt My Eyes" ser você tentar ignorar todo o caos que rola ao seu redor e "See Your Future" ser a ideia de você querer seguir em frente, em busca de um futuro; essa ideia flutua completamente nessa faixa. Somos todos andarilhos e busca de um destino final.
Dia 01
Confesso que não faço ideia do que fazer nesse dia 01 do retorno.
Bom, antes de mais nada, sejamos cordeais: Feliz Ano Novo e que nessa passagem de ano, seus desejos sejam lançados para o universo e todo esse lance de lei da atração, e tudo mais.
Dito isso, o hiato esta deveras terminado e, com isso, já posso dizer que esse site que você encontra, passara a ter conteúdo diário - que funcionara mais como uma recomendação diária de musicas. Além de ser uma forma de realizar uma coisa que adorava fazer nos tempos de Ensino Médio, que era indicar musicas novas para os meus amigos, esse conteúdo (no fim do ano) criara uma playlist exclusiva aqui do site para acompanhar o seu dia-a-dia.
Fora as 365 Musicas, o AlmanaquePW passara a receber semanalmente uma resenha de alguma coisa, seja ela serie, filme, jogo ou anime. E, se quiserem leitores e leitoras, vocês podem fazer as suas recomendações e, elas serão assistidas de coração e terão textos postados aqui.
Agora, enquanto aos videos e aos podcasts, eles voltaram gradualmente. Confesso que não estava esperando perder HDs, SSDs e um computador inteiro com tudo que tinha feito antes para lançar para vocês, MAS... serve de aprendizado.
E, por fim, mais textos assim surgiram aqui, pois acredito que funciona como uma forma de ter um contato mais sincero e transparente de como as coisas estão indo e tudo mais.
Certinho?
Novamente, desculpa a demora. Espero que vocês não se arrependam de terem esperado tanto tempo e vejo vocês no próximo texto.
sábado, 12 de novembro de 2022
Hiato
Escrito por Charles Oliveira
Quase 600 dias se passaram desde o lançamento do episodio Lado B sobre WandaVision. Quase 600 dias se passaram e, eu meio que desisti de tudo. Honestamente, muitas coisas tinham acontecido na minha mente - e na minha vida pessoal e profissional, que não vem ao caso - e o sentimento se espalhou sobre mim. O sentimento de jogar a toalha, logo no inicio, tomou conta de mim e se tornou uma realidade.
Por quase 600 dias, durante esse tempo de hiato, o selo PWStudios simplesmente parou de ser movimentado. Instagram, Twitch, YouTube, os podcasts... parado. E, não me levem a mal, para um grupo que esta começando, todos os números que formamos com o tempo, foram espetaculares para meros iniciantes. No cenário de produção de conteúdo, realmente, começar é difícil mas, criar uma consistência e manter a frequência é mais difícil ainda, principalmente se a sua mente não ta ali.
E no meu caso, infelizmente, eu não estava ali.
Inúmeras tentativas foram feitas, não irei mentir. Até mesmo, uma serie completa de Dying Light foi gravada mas, a infelicidade de perder um HD, fez eu perder todos os arquivos. Brutos e mais brutos, completamente perdidos no infinito vazio do mundo onde as pessoas esquecem de fazer backups (alias, fica aqui a dica: faça backup de tudo).
600 dias... são muitos dias. Quase dois anos de hiato e, a minha mente não estava ali. Haviam dias que o meu corpo sentia ideias novas, capitava "n" ideias que me faziam correr para uma caderneta pra anotar elas, só que eu simplesmente sentia algo que não entendia. Novamente, parecia que eu não estava ali.
Ao longo desses dias, eu acabava lembrando de pequenos comentários no Youtube onde, pessoas vindas naturalmente aos meus vídeos, pedindo por continuações das minhas series. E, nunca que um pedido de desculpas, irá ser o suficiente para ser declarado para essas pessoas que, poxa, dedicaram minutos para ver a minha gameplay. Não só as gameplays, como os textos, os podcasts... tudo.
Eu senti muito a falta dessa pequena conquista que construí. E, ninguém nunca saberá o quão triste me deixa, ver o pouco que criei, ficar vago por ai. E desculpas, nunca serão suficientes para justificar esse hiato. Honestamente, mesmo que tenha passado 600 dias, eu confesso que ainda estou processando tudo que criei, tudo que passei... tudo. Se você esta ai, mesmo após os 600 dias, o meu agradecimento é além de eterno, além de infinito; de verdade.
Mesmo que o hiato tenha sido uma coisa absurda, mesmo que a sensação de desistência tenha me tomado, eu nunca consegui abrir mão da PWStudios. Até porque, o objetivo de tudo isso é ser um lugar onde eu possa criar, produzir, aprender e mostrar a minha evolução através das minhas paixões, minhas obsessões e das minhas aventuras.
Enquanto escrevo essas palavras, honestamente, não sei o que o futuro me reserva, mas... quero que saibam que, eu nunca conseguirei agradecer por tudo que ganhei. E nunca conseguirei me desculpar por esse tempo longe.
- Mesmo que seja Novembro, que todos vocês - que ainda estejam aqui - tenham um maravilhoso e feliz Natal, uma ótima sequencia de festas até a virada de ano e... vejo todos vocês em 2023. Estaremos voltando.
Beijos.
sábado, 5 de março de 2022
Batman (2022) - Sem Spoilers
Escrito por Charles Oliveira (não tem spoilers, sério)
Para inicio de conversa, o filme entrega completamente tudo que foi mostrado nos trailers: um filme de investigação de um psicopata serial killer - que, no caso, é o Charada - além de uma Gotham completamente suja e abandonada. O clima do filme é muito idêntico a de filmes do diretor David Fincher, principalmente com o filme Se7en (1995), por se tratar de filme escuro, tenso e bruto.
The Batman tem uma violência que não é mostrada, mas que esta presente. As vitimas do Charada sendo encontradas com armadilhas que lembram bastante as armadilhas do Jogos Mortais, contribuem muito com a semelhança que se cria com o filme Se7en, além de termos o Batman presente nas cenas do crime, investigando e analisando tudo.
Além desse detalhe da violência, o filme tem um ritmo que não enjoa ao longo das 3 horas de duração de filme. O filme ter essa duração ajuda em muito para entregar tudo muito bem amarradinho. O roteiro desse filme, além de todo o tom próprio para o filme, parecem ter vindo diretamente de uma graphic novel original da DC - o que não me surpreende ao ver o filme foi escrito junto com o autor do mais recente graphic novel do Batman, "Batman - The Imposter". The Batman é uma excelente adaptação do universo do Homem-Morcego e que entrega vários personagens do filme, sem serem simplesmente jogados. O filme da o tempo para conseguir desenvolve-los bem.
Quero destacar aqui que todos, sem exceção, são incríveis nesse filme e eu simplesmente não consigo dar o destaque para um só. A Selina Kyle da Zoë Kravitz tem uma química de outro mundo com o Batman. O Gordon, que ainda não é comissário, do Jeffrey Wright te faz acreditar que ele ainda tem esperança no trabalho dele e que ele quer muito a ajuda do Batman para fazer as coisas certas. E, para terminar, o Robert Pattinson é um OTIMO Batman, sem tirar e nem por. Ouso até dizer que ele vai ser o Batman definitivo de muitas pessoas, porque tudo que você espera em ver na questão de como o Bruce Wayne lida em ser o Batman, ele entrega. Além do trabalho impecável dos atores, Michael Giacchino (responsável pela trilha sonora) e Greig Fraser (o diretor de fotografia do filme) mandaram muito no filme. A trilha-tema do Batman é uma coisa que te arrepia da cabeça aos pés e a fotografia do filme é um absurdo. O fato do diretor ter trazido a tecnologia criada para a serie The Mandalorian (2019), de um set com imagens dinâmicas vinda de telas de LED, enchem mais os olhos.
Existem alguns outros detalhes que o filme entregam - até mesmo, referencias a varias sagas dos quadrinhos - que, sinceramente, seriam pequenos spoilers se eu falasse e a intenção deste texto é entregar o mínimo de spoilers o possível. E eu recomendo demais que você vá ver esse filme, sem ter visto nada além dos trailers - e desse texto, é claro. The Batman é um filme único e que sim, se você puder, vale completamente a pena ver nas telas do cinemas.
Nota: ★★★★✩ (na moral mesmo, eu queria dar quatro estrelas e meia, mas eu não sei ainda editar para colocar meia estrela, então... desculpa, a verdade é que a nota é 4,5/5)
The Batman (EUA, lançado no dia 04 de Março de 2022) é um filme composto por Robert Pattinson, Zoë Kravitz, Paul Dano, Jeffrey Wright, Andy Serkis, Colin Farrell, John Turturro e Peter Sarsgaard. Roteiro de Matt Reeves, Peter Craig e Mattson Tomlin; trilha sonora por Michael Giacchino e direção de Matt Reeves. Sua duração final é de 176 minutos (ou duas horas e cinquenta e seis minutos).
sexta-feira, 13 de agosto de 2021
FlameWave 99.1 - Episódio 02: Sexta-feira 13
Feliz fim de sexta-feira 13. Tenha uma boa madrugada...
Baixar episódio (link direto para o arquivo):
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Gostaria de ter a playlist das musicas que selecionamos? Não se preocupe, a playlist vai estar disponível no Spotify e no Deezer (ainda estamos estudando para lançar a playlist no Amazon Music)
quinta-feira, 12 de agosto de 2021
FlameWave 99.1 - Episódio 01: Especial Daft Punk
(originalmente feito no dia 10 de abril de 2021)
FlameWave 99.1 é o programa de radio da PWStudios, comandado pelo DJ Charles "ChlsKing" Oliveira. E para a estreia, um especial com algumas musicas do duo Daft Punk, que se separaram no inicio do ano de 2021.
Baixar episódio (link direto para o arquivo):
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Gostaria de ter a playlist das musicas que selecionamos? Não se preocupe, a playlist está disponível no Spotify e no Deezer (ainda estamos estudando para lançar a playlist no Amazon Music)
Créditos:
Arte: Cinthia Campos
Uma produção PWStudios
quarta-feira, 7 de julho de 2021
O que é #PlaystationLowerPrices ?
Entenda como a hashtag surgiu, e o que causou a revolta dos jogadores em relação a plataforma.
Escrito por Bruno Boldrin
A lógica da "conversão direta do dólar" não basta para uma marca com o peso que o @PlayStation_BR tem aqui.
— PH Brazil (@phluttilippe) July 1, 2021
De que adianta localizar jogos se os preços também não são localizados para a realidade local?
Líder de mercado precisa liderar.#PlaystationLowerPrices #JogarTemLimites pic.twitter.com/hSQweUoR2c
Entre os dias 30 de junho e 1 de julho, usuários subiram a hashtag no Twitter “PlaystationLowerPrices”, traduzido literalmente “Playstation abaixe os preços”. A situação dos preços dos jogos no Brasil já vem tomando grandes proporções e discussões a alguns anos.
O que causou com que os usuários subissem a hashtag, foi o reajuste feito pela plataforma da PSN na, e justo disso o anuncio de Ghost of Tsushima: Director’s cut.
O jogo tem previsão para chegar no dia 20 de agosto para PS4 e PS5. O Director’s Cut já pode ser adquirido nos consoles, e é possível pagar por um upgrade da versão de PS4 para PS5, é foi um dos pontos que trouxe à tona tudo isso.
O Upgrade é vendido no valor de USD $19,99 (dólares americanos), e no Brasil o upgrade chegou no valor de R$55,00, e o jogo mais a expansão chega no valor de R$349,90 para PS5, e vendido a USD $69,99, a versão do PS4 de USD $59,99, chega por R$299,90, e com o anuncio dos preços, seguiu com inúmeras queixas dos jogadores em relação ao reajuste dos preços ao Brasil em relação plataforma.
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| Comparativo feito pelo usuário @HyKirley no seu perfil no Twitter |
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| Comparativo feito pelo usuário @2_fanboys no seu perfil no Twitter |
Jogadores começaram a compara o preço dos jogos vendidos na PSN com as versões vendidas pela Microsoft Store. Alguns usuários chegaram a entrar em contato com o suporte da Playstation para questionar a precificação dos produtos na plataforma.
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| Em uma sequencia de tweets, o usuário @denossh mostrou a resposta da própria Sony sobre o aumento dos preços aqui no pais |
Os jogadores questionando a precificação dos produtos, e em defesa o suporte respondeu dizendo que os preços são atualizados pelos próprios desenvolvedores.
Porem, a conta oficial no Twitter do game “Kaze and the wild Masks”, quando questionado por alguns usuários, contou que a alteração do preço é mais complicada que se parece, principalmente quando se trata de desenvolvedoras independentes, fazendo com que, sem a representação local da empresa, precise contratar uma empresa de terceiros para poder adaptar os preços para a região, e acertar a margem de lucro da empresa em relação a moeda local, impostos e além de tudo a margem de lucro das plataformas que vão publicá-los.
Normalmente jogos “AAA”, ou seja, jogos desenvolvidos com grandes orçamentos e franquias já glorificadas, como Tomb Raider, Gears of War, God of War, etc... Trabalham com um preço estabelecido nos EUA de em média a USD $60,00 ou USD $70,00 dólares, o que na cotação do real já seria cerca de R$350, caso fosse feito com a conversão direta em relação a nossa moeda. Porém além do problema da nossa moeda, temos duas outras variantes dos preços que são importantes.
Em uma entrevista ao programa Flow, a galera do First Phoenix Studio (desenvolvedores do game R.I.O. - Raised in Oblivion) em julho de 2020, contou que no contrato para poder levar os jogos as plataformas de vendas, parte do valor vai para a biblioteca e dos impostos do país. Cerca de 25% do valor do produto vai para a Steam, e cerca de 30% do imposto, o que faz com que as empresas, na hora de adaptar o valor para o mercado Brasileiro, tenha que cortar a margem de lucro do jogador.
Ou seja, a PSN, pode não alterar o valor dos jogos em sí, mas pode alterar as margens de vendas ou de contratos para postar seus produtos.
Essa margem acaba sendo um tanto problemática, com poucas plataformas para a venda dos produtos, as desenvolvedoras acabam ficando com mãos atadas para negociar margem e valores. Esse foi o motivo da Epic games nos últimos anos ter conseguido tirar muitos dos jogos da loja da Steam.
As empresas que tinham que vender seus produtos com a fatia de 25% – 30% do valor para a Steam, encontrou do dia pra noite um corte de apenas 12% em relação a Steam na vizinha Epic Store.
A empresa ainda faz questão de destacar as porcentagens de lucros dos seus desenvolvedores que optam a por escolher sua loja para vender seus títulos.
sexta-feira, 25 de junho de 2021
O que faz de um núcleo familiar, uma família?
Texto escrito por Pedro Terasso
Olá a todos, faz um tempo desde que eu escrevi sobre alguma coisa familiar não é? (Mentira, só tem um texto meu que não seja sobre isso), mas de qualquer forma lá vamos nós de novo.
Hoje eu venho até vocês para falar sobre This Is Us, pra ser sincero apenas sobre a primeira temporada, mas porque eu ainda estou na metade da segunda.
Eu pretendo falar de alguns spoilers nesse texto, porque pra mim ele vai ser um pouco além de só uma recomendação para vocês, eu realmente quero falar sobre toda a devoção que eu criei por cada personagem (SEM EXCEÇÃO) dessa série.
This Is Us é uma série da CBS e atualmente está disponível no serviço de streaming da Amazon, o Prime Video (se você não conhece o Prime Video, clique aqui para você ir direto a pagina da serie)
A série tem seu núcleo formado por trigêmeos, Kevin, Kate e Randall e tem como trama principal o dia a dia de três irmãos que carregam inúmeros problemas do passado, por diversos motivos, que vão desde falhas na criação quando crianças até traumas pesados envolvendo bodyshaming, racismo e outras problemáticas. É importante também mencionar aqui que o Randall é adotado pelos pais, após a morte de um dos trigêmeos (Kyle) ainda no parto.
O show começa te vendendo uma ideia de algo pesado, focado só na exploração daqueles problemas e de forma morna, mas em mais ou menos 3 episódios ele se revela um grande palco a fim de te mostrar com o que e como se faz uma família de verdade.
A série passa por muitas variações de tempo, apresentando muitas cenas do passado em meio às do presente, fazendo assim com que os trigêmeos tenham até agora, 3 atores para cada um e eu posso afirmar que todos os 9 cumprem com seu papel muito bem.
Porém isso também me dá abertura para falar de outros personagens, que não compõem o trio protagonista mas ainda assim estão diretamente envolvidos no núcleo principal, e eles são o Jack e a Rebecca. Inclusive, quero deixar registrado meus mais sinceros parabéns para a atriz Mandy Moore, diferente dos gêmeos a personagem Rebecca não muda de atriz enquanto atua nos 3 tempos em que a série se passa e Rebecca foi uma personagem que mudou muito com o passar dos anos, de uma jovem sem projetos familiares, para uma mãe de primeira viagem levando logo 3 de uma vez e por fim uma senhora com muita vivência e preocupações de corrigir os erros do passado. Mandy Moore fez um trabalho excepcional, é um show indescritível de atuação.
O ator que faz o pai das crianças, o Jack, também não deixa a desejar em nenhum momento, infelizmente por conta da sua morte, não temos três versões do mesmo personagem, “só” duas, mas Milo Ventimiglia entrega um trabalho incrível em ambas linhas do tempo.
Jack Pearson acaba se tornando um maior mistério da série durante a primeira temporada, o personagem que se mostra o pai e marido (quase) perfeito, é revelado como falecido já no quarto ou quinto episódio e a partir daí você começa notar como cada um dos filhos e a viúva Rebecca, evitam ou fogem do assunto quando o homem é mencionado e desde esse ponto, sua maior obsessão é saber como e principalmente porque isso aconteceu, afinal como eu tinha dito, a série literalmente te entrega o maior homem do mundo.
Fora desse círculo principal, temos alguns personagens secundários que com certeza valem a pena serem citados, afinal eles se tornam muito rapidamente parte da alma da série, conquistando um milhão de corações mesmo não tendo o foco centrado neles e eles são: Beth, William e Tobey.
Os dois primeiros podem ser citados juntos, por comporem o mesmo núcleo e serem constantemente vistos juntos, mostrando uma relação de amizade muito sólida e bonita de se ver.
Beth é a esposa de Randall, o casamento deles se mostra muito sólido e com o passar dos episódios a série começa mostrar quem ela é além da esposa brava e séria ocupando a posição de personagem secundário e leva pouquíssimo tempo para que você se apegue fortemente a ela. Só para termos de opinião pessoal, eu afirmo que a Beth é minha personagem secundária favorita e até arrisco dizer que ela seja minha personagem favorita no geral. (Desculpa Jack, te amo, mas eu acredito na supremacia da Beth.)
Já o William é apresentado logo no primeiro episódio como o pai biológico do Randall, depois que o homem decide pagar alguém para descobrir sua origem. No começo William se mostra um personagem deixado bastante de lado, com pouco foco em cima dele, mas depois da revelação do câncer em estágio avançado em seu estômago, a série começa a trabalhar na construção do personagem, começando pela relação dele com Randall, depois com Beth e depois explorando a vida do personagem sozinho, mostrando flashbacks do seu passado, desde o abandono de Randall até o dia em que o filho aos 36 anos de idade bateu à sua porta. William é um personagem magníficamente bem construído, com certeza um dos xodós do público da série.
O último personagem que eu vou destacar é o Tobey. Ele pertence ao núcleo da Kate, faz sua primeira aparição também no primeiro episódio, começando como um alívio cômico de mau gosto. Pouco tempo depois ele e Kate acabam começando um relacionamento e é a partir daí que Tobey mostra ao que veio. Ele ainda mantém um bom humor e alívio cômico, mas vai se revelando um namorado excepcional para Kate e um personagem também muito complexo, certamente mais complexo do que qualquer outro secundário que eu tenha visto em outra série.
Eu não vou me prolongar mais porque isso me faria dar mais spoilers do que eu gostaria de dar, inclusive essa é a razão pela qual eu não floreei muito pelos personagens principais, mas saibam que eles são tão bons quanto os secundários que eu citei e certamente vale a pena.
This Is Us vem sendo muito bem aceita pelo público e está agora com a sua última temporada ainda recém lançada. Eu recomendo 100% essa série para qualquer pessoa e 110% para aqueles que assim como eu gostam do gênero.
Eu espero que esse texto tenha tido um efeito positivo em cima de você, que o leu até aqui e espero que você esteja agora interessado em dar uma chance para essa gracinha de série chamada This Is Us.
sexta-feira, 18 de junho de 2021
Como foi o primeiro dia da E3 2021?
Escrito por Bruno Boldrin
A E3 2021 acabou, e pra você que está perdido sobre o que rolou no evento, não se preocupe, a equipe da PWStudios está aqui pra te ajudar a fazer um “recap” sobre tudo que rolou.
A E3 aconteceu entre 12 a 15 de junho, o evento retorna depois de um “hiato”, que aconteceu no ano de 2020, que havia sido cancelado por conta da pandemia, e retornou esse ano com um apresentações por meio de um evento online para preservar o distanciamento social das equipes de jornalismos e das empresas.
O evento contou com a presença de produtoras como, Ubisoft, Devolver, Gearbox, Microsoft, Bethesda, Square Enix, entre outros. Além de tudo, pela primeira vez, tivemos a ausência da apresentação da Sony no evento. A Sony teria anunciado ainda em janeiro de 2020, ainda antes do cancelamento do evento por conta da pandemia.
- UBISOFT
O show abriu com uma apresentação da Ubisoft, intitulada de UbiFoward. A primeira apresentação veio com um trailer em cinematic do game independente, chamado de “Rainbow Six Extraction”, seguido de um trailer de gameplay.
O gameplay contava com um “walktrough”, explicando mecânicas do jogo. Rainbow Six Extraction, é um jogo Coop de 3 jogadores, que contara com cross-play entre plataformas, focado em um ambiente de “horror shoter”, o objetivo é entrar na área, coletar ou destruir os objetivos, o jogo dá ao jogador a opção de “ir, mas a fundo”, aumentando o nível da ameaça, e ir mais longe na “colmeia”.
O jogo conta com alguns dos operadores de Rainbow Six Siege, e foi anunciado que irá existir uma mecânica para “punir” o jogador que tiver o operador perdido. Caso seu operador seja pego pelos inimigos, você precisara junto com seus amigos, organizar uma missão de resgate, afim de jogar novamente com o operador. Além de tudo, os desenvolvedores disseram que existe o risco de você perder todos seus equipamentos e upgrades. Tornando dessa maneira a gameplay muito mais desafiadora, e fazendo com que o jogador repense se vale apena continuar indo a fundo.
Rainbow Six Extraction chega no dia 16 de setembro para PS5, PS4, Xbox Series X|S, Xbox One, PC e Google Stadia.
A segunda apresentação veio com Rocksmith+.
Rocksmith, foi um jogo desenvolvido pela Ubisoft San Francisco, lançado no dia 18 de outubro de 2011. O jogo tinha uma premissa parecida com a do grandioso Guitar Hero, a diferença... era que Rocksmith tinha a intenção de fazer com que jogadores aprendessem a tocar guitarras de fato. Com uma gameplay interativa, rocksmith permitia o jogador plugar uma guitarra elétrica e praticar músicas que se adaptavam para o jogador de nível básico a expert.
Agora em 2021, o jogo voltou, e com um trailer incrível de Rocksmith+, mostrando a proposta de simplificar os equipamentos necessários para jogar o jogo, e mais do que isso unir a comunidade de uma maneira que os usuários possam auxiliar uns aos outros, com dicas, vídeos, comentários e a retirada dos inúmeros equipamentos, sendo substituídos apenas por app que pode ser baixado no smartphone e sincronizado ao game, e assim usando o celular como microfone, e não necessitando de nenhum outro equipamento para jogar.
Segundo o produtor da Ubisoft San Francisco, Arthur von Nagel, o jogo terá um serviço de subscription, e estará disponível ainda este ano. E contara com uma biblioteca de músicas, opções para guitarras e baixo.
Além de tudo, o jogo contara com uma ferramenta chamada de “RockSmith Workshop”, onde os jogadores, poderão se auxiliar e criar adendos, dicas e anotações próprias e compartilhar com os outros jogadores sobre as músicas. O jogo contara com a maior biblioteca de músicas já vista em RockSmith, e de diversos gêneros, como Rock, Metal, Pop, Blues, Eletrônica, Jazz, e muito mais. E contara com uma diversidade musical de grandes astros a bandas indies do mundo inteiro.
Além de tudo, os jogadores que se interessarem, já está disponível inscrição para o beta de RockSmith+ no link. RockSmith+ ainda não tem uma data especifica de lançamento, porém previsões ainda pra este ano.
O terceiro jogo veio com Riders Republic, com um trailer bem colorido e explicativo. O jogo, que parece uma mistura de The Crew 2, Trials, Steep, e Tony Hawk’s, traz inúmeros gameplays como Free for all, Tricks battle e um modo de jogo 6 vs 6 jogadores.
O jogo funciona no estilo do clássico Tony Hawk’s, onde o jogador pontua por fazer manobras no mapa, e o objetivo do game varia dependendo do modo de jogo, em alguns deles podem funcionar como uma corrida, um desafio ao tempo. No gameplay chegamos a ver a opção de se jogar com Snowboard, BMX, paraquedas, planadores, e até mesmo jetpacks.
O jogo terá modos de jogo PVP em massa, de até 50 jogadores, além de poder jogar os clássicos co-op e solo.
Até o momento Riders of Republic não confirmou cross-play entre plataformas. E tem o lançamento previsto para 2 de setembro de 2021, para PC, PS4, PS5, XOne, Xbox Series X|S.
O quarto jogo, não é novidade, mas sim atualizações. Voltamos a falar de Rainbow Six Siege. O jogo que completa 6 anos em 2021, anunciou que estará tendo crossplay, e cross-progressão disponíveis entre PC, Stadia(Google) e Luna (Amazon) no dia 30 de junho.
E para os jogadores de Xbox e Playstation, o cross-play estará disponível no começo de 2022.
Além disso, foi anunciado por meio de uma animação a nova temporada “North Star”, que apresentara a nova operadora de Rainbow Six Siege, Thunderbird.
A Canadense Mina “Thurderbird” Sky, é uma operadora defensiva, com a habilidade de preparar uma estação de cura, que atira dardos que sobem a vida dos aliados quando próximos, além de poder auto reanimar jogadores caídos, porém pode ser usada pelos inimigos se mal posicionada.
A operadora tem status 1 de resistência e 3 de velocidade. Tem um arsenal composto por 1 rifle de assalto “Spear .308” que pode ser substituído por uma shotgun SPAS 15. E na secundária consta com uma pistola Q929 ou uma pistola automática Bearing 9. E nos Gadgets, a operadora pode escolher entre as granadas de impacto ou C4. Dois Gadgets explosivos.
A nova temporada de Rainbow Six Siege “North Star”, e sua operadora já estão disponíveis.
A quinta atração foi uma espécie de smash-up de updates já anunciadas para os jogos, então irão te atualizar em uma listinha para vocês.
- For Honor, recebera o update “Mirage” o update, terá nova mecânica de gameplay, introduzindo um certo “misticismo” e até mesmo folclore para os novos personagens.
- TrackMania, terá um update que lembra um gameplay de fallguys. Com novas pistas, físicas e mecânicas, animações, novo editor de mapas e etc, para os jogadores.
- Já no caso de Brawhalla recebera as Tartarugas Ninjas chegam no jogo com o visual clássico. Leonardo, Rafael, Michelangelo e Donatello serão os novos campeões do jogo.
- The Crew 2 teve alguns segundos no trailer, anunciando recebera um update, mas sem muitas especificações.
- Watch Dogs Legions contara com um DLC, que trará de volta os personagens Aiden Pearce (WD 1) e Wrench(WD 2), com mecânicas de gameplay exclusivas.
- E no final, foi “almejado” os 20 anos da franquia Tom Clancy’s Ghost Recon, não foi dito o que vira aos jogadores, mas podemos esperar notícias em breve.
A sexta atração foi o anuncio do retorno de Just Dance 2022.
Com a apresentação de Todrick Hall (cantor, dançarino, ator, diretor e coreógrafo), o trailer () conta com o anuncio de que a música “Nails, Hair, Hips, Heels”, estará disponível no jogo, “a letra foi feita especificamente para Just Dance”, o jogo também conta com “Believer” de Imagine Dragons, “Level Up” de Ciara.
O jogo tem previsão de chegada para Nintendo Switch, XBox X|S, Xone, PS5, PS4, Stadia e Pc, no dia 4 de novembro de 2021.
A sétima atração do show veio com Assassin’s Creed Valhalla.
O jogo terá uma nova DLC, além de continuar recebendo conteúdos grátis para os jogadores, com mecânicas e gameplays novas.
O jogo apresentou um pouco da DLC Wrath of the druids, lançada a algumas semanas atrás, trazendo um culto misterioso chamado de “The Children of Danu”, como inimigo, além trazer áreas de exploração exclusivas da Irlanda.
A próxima expansão a caminho é chamada de “The Siege of Paris”. Siege of Paris, foi o confronto histórico dos Vikings, trazendo missões, equipamentos, armas, inimigos, mecânicas e o retorno das missões de infiltração.
Também foi anunciado “Discovery Tour: Viking Age”, o update estará disponível de graça a todos os jogadores que já tiverem Assassin’s Creed Valhalla, o intuito é dar um foco na exploração profunda sobre a história das épocas vikings, uma espécie de tour interativo, onde o jogador poderá jogar com as pessoas dá época, além de preencher inúmeras informações sobre os lugares e pontos de exploração reais, em quanto pode ganhar recompensar fazendo isso.
E para finalizar, foi anunciado que pela primeira vez, Assassin’s Creed, continuará a receber conteúdo pelo segundo ano, mais DLCs e conteúdos estarão sendo desenvolvidos para o próximo ano.
A oitava atração deu uma saída de fininho do mundo dos jogos. A equipe da Ubisoft Film & Television, apresentou o trailer de “Mysthic Quest”, uma série de comédia disponível na Apple TV+, que se passa em um estúdio de desenvolvimento de jogos.
Ainda no mundo do cinema e televisão, Werewolves Within também recebeu um trailer (), o filme chega aos cinemas em 25 de junho.
A nona atração veio com Far Cry.
Primeiro, tivemos um trailer cutscene in game de Far Cry 6. O trailer era focado no vilão “Antón Castillo”, interpretado por Giancarlo Esposito (Breaking Bad, Mandalorian, The Boys).
Logo em seguida, recebemos o anuncio de um DLC de Far Cry 6, até o momento chamado de de “Become a Villan” o trailer traz uma espécie de “Alice no país das maravilhas”, colocando os vilões em uma espécie de psicose. Vaas, de Far Cry 3; Pagan Min, de Far Cry4; e Joseph, de Far Cry 5, retornam como personagens jogáveis no DLC. Além de tudo o jogo contara com Far Cry Blood Dragon no DLC.
Far Cry 6 tem o lançamento previsto para 7 de outubro, nas plataformas PC, PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series X|S, Stadia e Luna.
A decima atração caiu no coração dos fãs da Nintendo.
Mario + Rabbids: Sparks of Hope, é o novo título da franquia, dando sequência a Mario + Rabbids Kingdom Battle (2017). Anunciado como exclusivo de Nintendo Switch, o jogo tem previsão de lançamento para 2022.
E para a atração de número 11, a apresentação da Ubisoft, o estúdio anunciou por meio de um trailer Avatar: Frontiers of Pandora.
O jogo está sendo desenvolvido pela Massive Entettainment(Ground Control e Tom Clancy’s The Division 1 e 2) em colaboração com a Lightstorm Entertainment, a produtora fundada por James Cameron, que tem em seu currículo produções na franquia como Terminator 2, Titanic, e Avatar, o jogo de ação e aventura tem o lançamento previsto para 2022 e estará disponível para PS5, Xbox Series X|S, Pc, Stadia e Luna.
E para fechar o evento, a Ubisoft anunciou o “Ubisoft Plus”, por um trailer, foi divulgado que Ubisoft+ será um serviço de assinatura (até o momento apenas para PC), que dará o acesso a mais de 100 jogos da biblioteca da produtora, incluindo lançamentos como Far Cry 6 e Rainbow Six Extraction.
- GEARBOX SOFTWARE
Algumas horas depois, Gearbox pisou no palco da E3 2021, com a apresentação com a apresentação de Randy Pitchford, fundador da Gearbox Entertainment e produtor executivo da franquia Borderlands, em Budapest na Hungria, passando por uma “visita” nos bastidores e conversando com o diretor Eli Roth (O Albergue, Cabana do Inferno) - que atuou em Bastardos Inglórios (lembra do cara que matava nazistas com bastão? É ele mesmo).
Um detalhe importante é que foi mostrado um protótipo de uma das armas no set de filmagens, mostrando a sua semelhança com o material original:
Ainda não foi revelado a data para o filme, mas o elenco será formado por: Cate Blanchett como Lilith, Kevin Hart com Roland, Florian Munteanu como Krieg, Jamie Lee Curtis como Tannis, Édgar Ramirez como (o personagem original do filme) Atlas e Jack Black dando a voz para Claptrap.
Foi apresentado logo em seguida um DLC de Borderlands 3, chamado de Tiny Tina’s Wonderlands, seguindo a DLC de Borderlands 2, onde se a personagem Tiny Tina’s narrava uma campanha de RPG que era jogado pelos personagens clássicos da franquia. Seguido de uma entrevista com Kayla Belmore, produtora Senior de Tiny Tina’s Wonderlands, explicando mais sobre a trama do jogo.
Gearbox, logo em seguida anunciou por um trailer Tribes of Midgard, um jogo de sobrevivência RPG, co-op de até 10 jogadores, desenvolvido pela Norsfell Games inc. E publicado pela Gearbox.
Tribes of Midgard tem previsão para lançamento em 27 de julho de 2021, para PS4, PS5 e PC.
Gearbox fechou sua última apresentação dos jogos com um trailer que mistura cinematic com gameplay de Godfall anunciando a chegada ao PS4.
Godfall foi o jogo lançado em novembro de 2020, desenvolvido pela Gearbox Software e publicado pela Gearbox Publishing. O jogo combina elementos de ação e RPG, e foi lançado apenas para PS5 e PC.
Também foi anunciado que o jogo recebera uma expansão chamada de Fire & Darkness, e tem data de previsão para chegar ao PS4 em 10 de agosto de 2021.
- DEVOLVER DIGITAL
Devolver, foi a última produtora a se apresentar, e a que menos consumiu tempo de tela. Segue a lista com os respectivos trailers e datas dos seus jogos.
Trek to Yomi, jogo de ação e aventura, com elementos plataforma de samurai chegara para PS5, Xbox Series X|S e PC em 2022.
Wizard With a Gun, recebeu um trailer em animação e um rápido gameplay. Com uma arte muito parecida a de Don’t Starve Together. Wizard with a gun, é um jogo de ação, RPG, e aventura Co-op, e será lançado exclusivamente para Nintendo Switch e PC em 2022.
Demon Throttle, foi o exclusivo que dividiu opiniões do público.
O jogo foi apresentado ao público por meio de um trailer com gráficos e visual retro, Demon Throttle, é um jogo desenvolvido pela Doinksoft, conhecido por “Gato Roboto”, e publicado pela Devolver apresenta mecânicas de jogo de aventura e plataforma 2D.
Porem ao mesmo tempo que atingiu em cheio um público alvo, acabou atirando no próprio pé.
Foi anunciado que o jogo exclusivo de Nintendo Switch estará disponível APENAS EM MIDIA FÍSICA, os jogos de Nintendo Switch no Brasil beiram os R$300, com que jogos como esse sejam difíceis de serem adquiridos, especialmente em mídia física.
O jogo tem lançamento previsto para 2022.
Inscryption, apresentou um trailer cheio de suspense e uma temática um tanto quanto “creepy”. , o jogo apresenta mecânicas de puzzle, além de misturar um jogo de cardgame com boardgame. O jogo cria uma ambientação de “terror psicológico”.
O jogo é produzido por Daniel Mullins Games, e distribuído pela Devolver Digital. O jogo até o momento está previsto para ser lançado ainda em 2021, exclusivamente para PC.
Tumble Time, chegara no Google Play em 2021 de graça, e bom não sei muito o que falar dele, fiquem com o vídeo. .
Death’s Door, é um jogo de ação e aventura 2.5D, com elementos de hack’n slash, em que o jogador irá assumir o protagonismo de um corvo (sim). O jogo é desenvolvido pela Acid Nerve, e publicado pela Devolver. O jogo tem previsão para 20 de julho de 2021, e estará disponível para Xbox Series X|S, XOne e PC.
Phantom Abyss, um jogo em primeira pessoa de exploração e aventura de puzzles ao estilo Indiana Jones, com direito a chicotes, tumbas, pedras gigantes e espetos mortais, está sendo desenvolvido pela Team Wiby, e publicado pela Devolver.
O jogo é exclusivo de PC, e já estará disponível com acesso antecipado na Steam em 22 junho.
E para fechar o evento, a Devolver mostrou um trailer de gameplay de Shadow Warrior 3. O jogo aplica a temática de ação e aventura em primeira pessoa, apostando nas mecânicas clássicas do game, como os antigos Wolfenstein, DOOM e Quake. Retorna para seu terceiro game pós reboot.
O jogo tem lançamento previsto para 2021, para PC, Xbox One e PS4.
Isso foi tudo o que rolou no primeiro dia da E3 2021. Fique ligado que, logo mais, postaremos o que foi anunciado nos outros dias do evento.
sexta-feira, 4 de junho de 2021
Faça cosplay, gostoso demais
Texto por Cinthia Campos
Você alguma vez já se pegou pensando "Porque diabos eu adoro tanto aquele personagem que não existe"?.
Olá caro leitor, espero que esteja tudo bem com você. Este será um texto mais pessoal então primeiro eu preciso que você me conheça um pouco, me chamo Cinthia Campos e tenho 22 anos. Gosto de vídeo games desde bem nova porém foi na adolescência que eu realmente passei a amar e me conectar realmente com isso.
Nesse texto eu irei falar sobre dois personagens muito importantes na minha vida (que de certa forma pode até parecer meio clichê) Lara Croft (eu avisei)
Quando eu tinha mais ou menos uns 9 anos eu tive um PS1 onde lá conheci duas das minhas franquias favoritas: Tomb Raider e Mortal Kombat. Era tudo maravilhoso mas, algum tempo depois, precisei vender o console e me mudar de cidade onde, nesse processo, eu acabei perdendo todo o meu contato com vídeo games em geral. Minha história com Tomb Raider nasceu de uma forma meio ruim eu achava o jogo fantástico porém eu nunca conseguia avançar muito, por deus que jogo difícil! Eu adorava Tomb Raider principalmente por conta dos filmes da Angelina Jolie, a Lara Croft era tão badass que eu quando criança queria ser como ela, basicamente um Batman mas inglesa e de shortinho. Minhas noites favoritas era quando íamos a locadora e eu pegava Tomb Raider para assistir, mas jogar o primeiro jogo no PS1 era algo q me deixava completamente frustrada.
Depois de um bom tempo longe dos games, fiz uma viagem para a minha cidade natal parar visitar minha avó e alguns primos. Era natal de 2013 e fui visitar um primo, eis que ele me diz que um novo jogo da Lara Croft havia sido lançado para o PS3 onde mostrava uma Lara mais humana que não dá pirueta enquanto atira com uma desert eagle e que chora ao precisar matar um cervo para sobreviver. Era o reboot de franquia e meus olhos brilharam ao ver aqueles gráficos e aquela Lara Croft diferente, eu havia simplesmente pulado a era PS2 e ver aquele personagem tão real quase me fez perder a cabeça, meu primo contando histórias de que os fios de cabelos foram feitos um a um e eu apenas maravilhada por tudo aquilo. Pedi para ele me ajudar a instalar aquele jogo no meu notebook Positivo e por incrível que pareça o jogo rodou super bem (com tudo no low) e foi ai que mergulhei de cabeça novamente no mundo dos games.
No começo de 2019 uma amiga minha me convidou de ultima hora para um evento geek que teria em Ribeirão Preto e ela cismou que queria fazer um cosplay de Nidalee e por algum motivo eu aceitei e ajudei ela com esse projeto. Não ficou excelente mas ficou muito bom para um primeiro trabalho, e foi tão divertido de fazer que dois dias antes do evento eu resolvi fazer um cosplay também, e a personagem? Óbvio que foi a Lara Croft. Foi super corrido e improvisado mas eu estava me sentindo muito legal, o evento foi ótimo, tiramos várias fotos, me diverti horrores e se não fosse nossas botas dando problema teríamos até entrado no concurso só para desfilar no palco (sim, nossas botas descolaram, porque você nos odeia universo?)
Naquele mesmo ano meu grupo de amigos resolveu ir para a BGS em outubro, e na hora eu pensei "é minha chance de trabalhar no cosplay com calma". Não correu exatamente como eu esperava porém ainda assim foi ótimo, o cosplay ficou ainda melhor que o anterior e eu estava me sentindo incrível.
Recentemente eu estava em um dia muito ruim até que um estalo me ocorreu "e se eu trabalhar no meu cosplay de Lara Croft para me animar?" Dito e feito! Pequei meus materiais, fiz moldes, fiz uma lista de compras e de repente me peguei pensando o porque de aquilo ter me animado. porque aquele cosplay me fez sentir bem? porque eu amo tanto esse personagem?
Bom, eu fiquei um bom tempo pensando a respeito e a conclusão foi que eu amo a Lara pelas coisas que ela me ensinou ao longo de nossa jornada, seus valores e ideais, lições que nem mesmo nossos pais conseguem passar, independente do motivo. Nos apegamos a personagens pelo conforto que nos dão em horas difíceis, pelos ensinamentos quando achamos que estamos perdidos, pelas risadas nas horas mais leves, fazemos deles nosso porto seguro com a esperança de que não vão nos magoar e é isso que faz um herói.
Com a Lara Croft, eu aprendi que tudo bem você fracassar as vezes, acontece, porém o mais importante é você levantar do chão e continuar seu caminho, não importa o que digam ou o que façam. Estar com suas roupas me faz sentir como se eu pudesse dominar o mundo porque ela me passa esse sentimento. Você se ver como seu herói é uma das sensações mais maravilhosas pois é como se você conseguisse passar essa energia para outros. E você não precisa estar com a roupa mais perfeita do mundo, basta você se sentir confortável e sentir no peito que você é o seu herói e você será.


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